Quando chegamos a Riga, eu confesso que não esperava uma cidade tão bonita. Depois de conhecer Tallinn, achávamos que já tínhamos visto o que havia de mais interessante nos Países Bálticos. Mas Riga nos surpreendeu e não foi pouco. A capital da Letônia tem uma mistura que eu gosto particularmente em uma viagem: história, arquitetura, mercados, igrejas, boa comida e, ao mesmo tempo, uma cidade viva, que não parece ter ficado presa ao passado.
Foram alguns dias caminhando bastante, entrando em museus, conhecendo igrejas, experimentando a comida local e, principalmente, tentando entender um pouco da história de um país que passou por momentos muito difíceis. Neste texto, conto o que fizemos em Riga, os lugares que mais chamaram nossa atenção e algumas das experiências que tivemos por lá.
O que você vai ler aqui, neste post:
ToggleA história de Riga está nas ruas
Riga foi fundada em 1201 e passou pelas mãos de diferentes povos e impérios. E isso não ficou apenas nos livros. Está nas igrejas, nas fachadas, nos monumentos e nos museus que visitamos. Conhecer um pouco dessa história fez diferença para nós, porque começamos a entender melhor a cidade que estávamos vendo.
Localização
Se você olhar o mapa, vai ver que Riga fica no nordeste da Europa, às margens do Mar Báltico. Acima, está a Estônia e abaixo, a Lituânia e Belarus. As três capitais bálticas estão próximas umas das outras, o que facilita a visita aos três países numa só viagem.

Como chegar a Riga
Não há voo direto do Brasil. Nós pegamos um voo de São Paulo para Istambul, na Turquia, onde passamos três dias, e de Istambul para Vilnius, na Lituânia, onde alugamos um carro. A ideia era percorrer os Países Bálticos e um pedacinho da Polônia. E foi exatamente o que fizemos. Chegamos a Riga depois de visitar Tallinn, na Estônia, além de Cracóvia, Wadowice, Zalipie, Lublin, Gdansk e a Rota das Igrejas de Madeira da Pequena Polônia, na Polônia. Fizemos um post com um roteiro de 10 dias pelos países bálticos, que você lê aqui. E um outro sobre nossa viagem de carro pela região, que você lê aqui.
Cá entre nós, depois que visitamos Tallinn, pensamos que já tínhamos visto o que havia de mais bonito na região, mas Riga, não me canso de repetir, surpreendeu.

O que ver em Riga
Tudo é muito interessante. A cidade atiça a nossa curiosidade à medida que avançamos por ruas e vielas de paralelepípedos de Vecrīga, o centro histórico medieval. A sensação é de ter voltado no tempo, especialmente quando nos deparamos com as muralhas. A ideia é caminhar sem destino, como nós fizemos. No meio do caminho, estão igrejas, museus, monumentos, mercados, praças, ruas, passagens… A cada esquina, construções nos lembravam do brinquedo “O Pequeno Construtor” – prédios pequenos e grandes com fachadas lindas, telhados vermelhos, verdes, claros e escuros, em harmonia com o céu azul e portas decoradas que prometem a felicidade.

Cidade Velha
Este Patrimônio Mundial da UNESCO abriga, além de várias atrações e das construções medievais preservadas, uma das maiores concentrações de arquitetura Art Nouveau do mundo. E é impossível caminhar pela cidade sem parar diante de algumas fachadas. Portanto, vale sair sem pressa, apenas, observando a paisagem. E o melhor é que muitas dessas construções fazem parte do próprio cenário da cidade, sem parecer apenas uma atração turística.
Monumento da Liberdade
De longe, já podemos avistar esse monumento. Inaugurado em 1935, trata-se de uma coluna de granito, com mais de 42 metros de altura, que homenageia os soldados mortos durante a Guerra da Independência da Letônia. No topo, uma personagem popularmente chamada de Milda, levanta três estrelas douradas que representam as 3 regiões da Letônia: Kurzeme, Vidzeme e Latgale. Na base, estão esculpidas as 4 virtudes: trabalho, vida espiritual, família e proteção à terra natal. Também está escrito o lema nacional: Tēvzemei un Brīvībai – “Pela Pátria e pela Liberdade”.

Mercado Central de Riga
Nós nunca deixamos de visitar os mercados nas cidades que visitamos. E este, em especial, eu recomendo: é um dos maiores mercados cobertos da Europa, onde se pode encontrar uma grande variedade de produtos locais e experimentar a culinária letã. Ele foi construído entre 1924 e 1930. São cinco grandes pavilhões, instalados em estruturas que originalmente faziam parte de hangares de zepelins alemães.
Nesse mercado, é possível encontrar de tudo. Durante a nossa visita, aproveitamos para almoçar, experimentar os vários doces da região e as frutas da estação, além de fazer umas comprinhas.



Praça da Câmara Municipal:
Cercada por edifícios históricos, como a Casa das Cabeças Negras, o Museu das Ocupações da Letônia e o Conselho Municipal, essa praça tem séculos de tradição e é considerada um dos cartões-postais da capital letã. Esta praça também é o local onde armaram a primeira árvore de Natal pública do mundo – título disputado com Tallinn, na Estônia.
É nessa praça que fica o letreiro da cidade e uma estátua de Roland, um cavaleiro lendário associado ao imperador Carlos Magno, símbolo de justiça e liberdade, na região. Depois da Segunda Guerra Mundial, a praça foi totalmente reconstruída e hoje é o lugar para realizar eventos culturais e celebrações.



Casa dos Cabeças Negras
É difícil passar pela Casa dos Cabeças Negras sem parar. A fachada é tão ornamentada que a gente demora a decidir para onde olhar. E, apesar da aparência antiga, há uma surpresa: o prédio que vemos hoje é uma reconstrução.
O edifício foi originalmente erguido no século XIV e posteriormente tornou-se sede da confraria dos Cabeças Negras, uma associação de jovens comerciantes solteiros, muitos deles alemães, além de armadores e capitães de navios. Com o tempo, tornou-se símbolo da prosperidade e da vida cultural da capital letã.
Ali dentro, nos seus lindos salões, aconteciam reuniões de negócios, banquetes e jantares que reuniam visitantes ilustres, autoridades e comerciantes. Feche os olhos e imagine-se num dos bailes e festas famosos pelo luxo e pela animação. Ali também aconteciam concertos e apresentações musicais, recepções para reis, imperadores, diplomatas e chefes de estado, uma tradição que continua até hoje.
Apesar de parecer um prédio medieval original, a Casa dos Cabeças Negras foi destruída durante a Segunda Guerra Mundial e reconstruída entre 1995 e 1999, exatamente como era, a partir de documentos históricos.
O ingresso custa €10 para adultos, €6 para estudantes e idosos, e grátis para crianças em idade pré-escolar. A Casa dos Cabeças Negras abre todos os dias, das 10h às 17h, mas o ideal é consultar o site antes de visitar.



Museu da Ocupação da Letônia
Esta foi uma das visitas mais fortes que fizemos em Riga. O Museu da Ocupação da Letônia conta um período duríssimo da história do país, marcado pelas ocupações soviética e nazista entre 1940 e 1991. Documentos originais, objetos pessoais, fotografias fazem o acervo do museu e revelam como a vida cotidiana de um povo pode ser transformada sob regimes autoritários.
Para visitar, adultos pagam €8; estudantes, €5 e menores de 18 anos, a entrada é gratuita. Mas antes de ir, consulte o site.



Torre da Pólvora
Caminhando pelo centro antigo, você vai encontrar a Torre da Pólvora, erguida no século XIV como parte das fortificações medievais de Riga. Depois de sofrer danos em diferentes conflitos, foi reconstruída em 1650 e passou a armazenar pólvora e munições — daí o nome.
Atualmente, a torre abriga o Museu da Guerra da Letônia, onde os visitantes podem explorar exposições que narram séculos de história militar, desde a Idade Média até os conflitos mais recentes.
De 16 de setembro de 2026 a janeiro de 2027, a Torre da Pólvora e o edifício principal do Museu da Guerra estão fechados para obras de modernização. A entrada é gratuita. Antes de visitar, confira no site.



Museu da KGB
Localizado numa esquina do centro de Riga, este prédio ficou conhecido como Corner House (Casa do Canto) e foi sede da KGB durante a ocupação soviética, em Riga. Construído no início do século XX, tornou-se símbolo do regime repressivo, onde milhares de cidadãos foram interrogados, presos e enviados para campos de trabalho.
A visita não é fácil, principalmente quando entramos nas celas e nas salas de interrogatório, mas ajuda a entender um período muito duro da história da Letônia.
A visita à exposição do térreo é gratuita e a visita guiada custa €15 por adulto e €9 para estudantes. A visita guiada não é recomendada para menores de 12 anos. Pessoas com deficiência e pessoas oficialmente reconhecidas como vítimas de repressão política têm gratuidade. Antes de ir, confira no site.

Museu de Art Nouveau
Entrar neste museu é quase entrar numa casa do início do século XX. São dez ambientes, entre sala de estar, escritório, quarto, banheiro, cozinha e sala de jantar, todos mobiliados e decorados. O museu fica localizado na Rua Albert, 12, e funciona no antigo apartamento do arquiteto letão Konstantīns Pēkšēns, projetado por ele e onde ele viveu até 1907.
O ingresso completo custa €9 entre maio e setembro e €5 entre outubro e abril. Estudantes e idosos pagam €5 e €3, respectivamente. Crianças de até 7 anos têm entrada gratuita.


Biblioteca Nacional da Letônia
Todas as noites, quando voltávamos para o nosso hotel, passávamos pelo prédio da biblioteca, todo iluminado. Era lindo de se ver e não muito diferente do que víamos durante o dia. E sempre comentávamos sobre ele. Grande e moderno, ele se tornou um ícone arquitetônico da cidade, um símbolo da vitória da cultura e do conhecimento sobre os períodos de ocupação e repressão vividos no país. Inaugurada em 2014, a biblioteca, conhecida como “Castelo de Luz”, recebeu o prêmio Library of the Year, concedido no International Excellence Awards da London Book Fair, em 2018. As visitas acontecem do 1º ao 12º andar. Para tanto, é chegar ao centro de atendimento ao cliente e solicitar um cartão de visitante – gratuito.

Igreja de São Pedro
De origem medieval, a Igreja de São Pedro foi erguida no século XIII. Desde sua fundação, tornou-se um marco da cidade. Ao longo dos séculos, passou por diversas reconstruções, incorporando vários estilos arquitetônicos. Assim, sua estrutura reúne elementos góticos e detalhes barrocos. O grande destaque é sua torre, com 123 metros de altura. Hoje, além de sua imponência arquitetônica, a torre oferece um mirante, de onde se pode admirar Riga de cima.
Interior da Igreja
A igreja de São Pedro tem um design que combina simplicidade e grandeza. A igreja é conhecida por sua acústica excelente, sendo frequentemente usada para concertos, eventos musicais e culturais. Para visitá-la, pagamos 3 euros mais 6 euros para ver a cidade do alto da torre. A gente sobe três andares pelas escadas e de lá, pega o elevador.



Catedral do Domo
Localizada no coração da Cidade Velha, esta catedral é considerada a maior igreja dos países bálticos. Sua construção começou no século XIII e, ao longo dos anos, passou por diversas modificações, incorporando elementos arquitetônicos românicos, góticos, barrocos e renascentistas.
Um dos maiores tesouros da catedral é o seu órgão, construído entre 1883 e 1884. Com 6.718 tubos, na época de sua inauguração era o maior e mais moderno órgão do mundo.



Catedral da Natividade de Cristo
Essa igreja linda em meio a árvores frondosas foi construída no estilo bizantino entre 1876 e 1883, quando a Letônia fazia parte do Império Russo. Trata-se de uma igreja ortodoxa historicamente ligada à Rússia, mas independente. Não deixe de visitar. O interior da igreja é lindo demais. Pena que não pude fotografar.

Igreja da Santíssima Trindade
Depois de ver a Catedral da Natividade, do outro lado do rio fica esta igreja que achamos lindíssima. A cor nos chamou a atenção de imediato: vermelha com cúpulas azuis. Trata-se de uma igreja, também ortodoxa, finalizada em 1893. O iconostásio, que podemos chamar de altar, tem três níveis e é esculpido em madeira.

Dome Square
Este espaço, onde estão concentrados alguns dos prédios mais importantes de Riga, como a Catedral, a Bolsa de Valores e o Banco Comercial, originou-se no século XIX, quando alguns edifícios foram demolidos. A praça é o ponto de convergência de 7 ruas e também palco de eventos culturais, festivais e apresentações ao ar livre. No dia em que passamos por lá, várias pessoas estavam assistindo a um jogo de hóquei no telão.

Três Irmãos
Essas três casas medievais, conhecidas como os Três Irmãos, são consideradas o mais antigo conjunto de residências preservadas em Riga. As três ficam espremidas lado a lado e são tão diferentes que a graça é justamente observá-las juntas. Quando chegamos, fiquei algum tempo tentando decidir de qual das três eu gostava mais.
O nome “Três Irmãos” surgiu porque as casas teriam sido construídas por membros da mesma família em diferentes períodos. Hoje, além de serem um dos cartões-postais mais fotografados de Riga, a do meio abriga o Museu da Arquitetura da Letônia.

Castelo de Riga
Construído em 1330, às margens do Rio Daugava, o Castelo de Riga é uma das fortalezas medievais mais importantes da Letônia. O prédio é lindo, tem uma cor clara que contrasta com o céu. Demos sorte de assistir a uma troca de guarda, na hora em que chegamos.
De acordo com a história, ele foi destruído e reconstruído várias vezes, foi também residência de cavaleiros, governadores suecos, poloneses e russos. Desde 1922, tornou-se a residência oficial do Presidente da República. Lá também está localizado o Museu de História da Letônia.


Swedish Gate
Construído em 1698, durante o domínio sueco, este é o único dos oito antigos portões da cidade que chegou aos nossos dias. Localizado na Cidade Velha, o portão ligava a área interna da cidade às barracas militares fora das muralhas. Segundo uma das lendas associadas ao portão, um rico comerciante teria aberto a passagem para facilitar o acesso ao seu negócio.

Onde se hospedar em Riga
Uma das melhores áreas para se hospedar em Riga é o centro histórico (Old Town), pertinho das principais atrações, onde você pode sentir de perto o charme medieval da cidade. Além do centro, outras boas opções incluem os bairros próximos à estação central e a região de Āgenskalns. Para quem prefere uma estadia mais sofisticada, há hotéis estrelados ao longo do Boulevard Ring.
Nós optamos pelo Riga Islande Hotel, um 4 estrelas superior, localizado perto do rio Daugava, a 12 minutos a pé da Cidade Velha, com ótimo custo-benefício. A diária para duas pessoas custou R$ 361,90 – em maio de 2025.

O que e onde comer
A culinária da Letônia é marcada por pratos substanciais para enfrentar os invernos rigorosos. Portanto, prepare-se para comer muita batata, carne de porco, peixe do Mar Báltico, além de trigo, couve, cevada e o tradicional e delicioso pão de centeio. Os pratos têm influência dos outros países bálticos, dos alemães e dos russos. Além disso, o povo precisou ser muito criativo para superar a escassez de alimentos, durante o período soviético.
Tenho dois restaurantes para sugerir. Um é o Rozengrals, um restaurante medieval bem convidativo, que serve pratos como salada de beterraba assada com mel e queijo de cabra (do século XV), a 13 euros; salada com carne, alcachofras, abóbora marinada e molho de framboesa, entre outros. O outro é o Key to Riga, onde comemos muito bem – Rupjmaize (pão preto) com um molho sensacional como entrada, carne de porco para mim e filé para João Miguel, acompanhados de uma cerveja local.




Pratos típicos
Rupjmaize é o pão de centeio escuro, considerado símbolo nacional, presente em quase todas as refeições. Pīrāgi são pequenos pastéis recheados com bacon e cebola, muito populares. Jāņu siers é o queijo fresco tradicionalmente consumido durante o solstício de verão – 20 e 21 de junho. Sopas e ensopados, geralmente preparados com creme de leite, batata e carne, reforçando o caráter forte da cozinha.
Mas em Riga, assim como nas cidades maiores, a cozinha internacional tem lugar. Restaurantes italianos, japoneses, indianos e até brasileiros podem ser encontrados.

O que e onde comprar
Acredito que, assim como eu, você não volte de uma viagem de mãos vazias, sem ter comprado nada como lembrança. E isso não pode acontecer em se tratando da Letônia, que tem tantas coisas interessantes para os visitantes. Por isso, destaco o que você pode trazer de lá como presente ou lembrança da sua viagem: o chocolate Laima, produtos de lã e peças de âmbar.
O centro histórico está cheio de opções para compras, impossível apontar um local, mas você também pode comprar no mercado e num dos shopping centers, a exemplo do Domina Shopping Center.


Quantos dias ficar em Riga
Com dois dias, dá para conhecer o principal? Dá, mas você vai ter que escolher e andar num ritmo mais acelerado. Com três dias, a viagem fica mais tranquila e você consegue aproveitar melhor a cidade. Nós ficamos quatro dias em Riga e acho que esse é um bom tempo para conhecer a cidade. É claro que, se você tiver mais tempo, melhor ainda. Riga tem muito o que ver e fazer.
Vale a pena conhecer Riga?
Vale. E muito. Para mim, ela foi uma das boas surpresas da nossa viagem pelos Países Bálticos. É uma cidade bonita, fácil de caminhar e com muita história para contar. Eu gostei também dos contrastes. Num momento, você está diante de uma construção medieval; pouco depois, olhando para uma fachada Art Nouveau cheia de rostos, flores e figuras que parecem saltar das paredes. Então, se você está montando um roteiro pelos Países Bálticos e está se perguntando se Riga vale a pena, minha resposta é sim.
Quanto custa viajar para Riga
Riga nos pareceu uma cidade com preços bastante razoáveis para uma capital europeia. A diária do nosso hotel 4 estrelas bem localizado foi de R$ 361 – para duas pessoas. Uma pizza custava em torno de 13 euros. Os pratos, de um modo geral, em torno de 20 euros. Geralmente, eu pedia carne de porco e João Miguel, filé ou massa. Os museus e outros monumentos tinham preços justos e em alguns, a entrada era gratuita. Pagamos 10 euros para visitar a Casa dos Cabeças Negras, um dos lugares mais visitados da cidade, por exemplo.
Saímos de Riga com a certeza de que havíamos conhecido uma cidade que não precisa fazer esforço para ser notada. Riga está nos detalhes: numa rua medieval, na fachada de um prédio Art Nouveau, no pão escuro do mercado e nas histórias de um povo que atravessou ocupações, guerras e mudanças sem perder a própria identidade.
Mais sobre os países bálticos, confira nos posts: Vilnius; O que fazer em Kaunas; Parque Kadriorg; Casa de Pedro, o Grande; Tallinn, guia completo para a sua viagem à capital da Estônia; Países Bálticos de carro – roteiro e dicas para explorar a Estônia, Letônia e Lituânia; Países Bálticos – roteiro de 10 dias para conhecer Tallinn, Riga e Vilnius









Respostas de 8
Riga é uma cidade apaixonante e ficou ainda mais bela em seu post. As luzes e as cores vão se alterando conforme a estação do ano! Adorei rever esse destino por seus olhos! Parabéns pelo post!
Alexandra, obrigada! Sei que vc também esteve por lá e fez um belo post sobre essa cidade incrível! Precisamos voltar em outras estações!
Que linda a cidade de Riga, fiquei apaixonada pelo colorido dos prédios e por tanta história! Aliás sempre me surpreendo com cidades que superaram ocupações e tragédias e ainda assim se reergueram, honrando sua história.
E de surpreender, mesmo, Cintia! Cidades que enfrentaram desafios enormes se reestruturam e seguem adiante… fico impressionada.
Achei excelente esse guia de o que fazer em Riga, dá uma visão bem completa da cidade além do básico. Gostei muito de como vocês dividiram entre Cidade Velha, região Art Nouveau e outras áreas, facilita demais na hora de montar o roteiro.
Que bom que você gostou, Ana! Riga é uma cidade especial!
Estou começando um rascunho de roteiro para Riga e adorei a opção de uma parada em Istambul, pois é uma cidade que quero muito conhecer também. Quanto à Riga, sempre que leio a respeito a vontade de fechar essa viagem aumenta. Adorei o post.
São duas cidades incríveis, vc deve aproveitar a conexão para ficar alguns dias em Istambul.