Chinatown

Chinatown, em Bangkok

A Chinatown de Bangkok é a maior do mundo. Também, pudera… os chineses estão ali do lado, chegaram à Tailândia antes mesmo da fundação de Bangkok, são parte da cultura local. Os primeiros chegaram a Ayutthaya, a primeira capital do país, no século 14. E foram se espalhando.

Barraquinha em Chinatown, Bangkok, Tailândia
Pode-se comprar de tudo na barraquinha sobre o rei tailandês.

Chinatown

Trata-se de um dos bairros mais fervilhantes da cidade. A gente chega e já percebe a diferença, as cores, os cheiros. Estão ali, os melhores restaurantes chineses da capital tailandesa, muito pato laqueado, ninho de passarinho e barbatana de tubarão – pra comer ou pra levar.

As ruas de Chinatown em Bangkok, Tailândia
As ruas de Chinatown ainda vazias de manhã cedo

Comida chinesa

Chinatown é o paraíso da culinária chinesa, claro. Lá estão os restaurantes que servem a verdadeira comida da China, aquela que se come em casa. Em todas as ruas, as vitrines exibem os pratos prontos ou para levar em fazer em casa.

Chinatown, em Bangcoc, Tailândia
vitrine com barbatana de tubarão à venda – na minha opinião, “incomível”

A China em Bangkok

Ruas, vielas e becos repletos de lojas, camelôs, muitos restaurantes e hotéis. Tudo muito colorido, com aqueles letreiros em neon, muito vermelho e, claro, muito chinês – trabalhado, comendo, passeando. Os turistas também estão por lá, principalmente, para ver os templos.

Movimento de carros em Chinatown, Bangkok, Tailândia
o movimento em Chinatown – igual ao do resto da cidade
Chinatown, Bangckok, Tailândia
A barraquinha típica de uma Chinetown – colorida e vermelha
Chinatown, Bangkok, Tailândia
A vendedora de frutas disputa espaço com os carros em Chinatown
Chinatown, Bangkok, Tailândia
Em Chinatown, o salão de beleza funciona na calçada.

Wat Traimit

Um dos templos do bairro é o Wat Traimit, onde fica a maior estátua de Buda do mundo, feita de ouro – são 4 metros e meio de altura e mais de 5 toneladas de ouro maciço! 

Chinatown, Wat Traimit, em Bangkok Tailândia
Na entrada do templo, um altar em homenagem ao rei, que havia morrido há pouco tempo.
Tirando os sapatos para entrar no tempo, em Chinatown, Bangcoc, Tailândia
Como acontece em todos os templos, é preciso tirar os sapatos e deixá-los do lado de fora
Buda de ouro, em Chinatown, Bangcoc, Tailândia
O Buda todo de ouro impressiona
Budas na entrada do templo, em Chinatown, Bangkok, Tailândia
Na entrada do templo, oferendas para Budas de todas as fases
Lojas de lembrancinhas ao redor do tempo, em Chinatown, Bangkok, Tailândia
As lojas de lembrancinhas se multiplicam ao redor do tempo
Wat Traimit, em Chinatown, Bangcoc, Tailândia
A torre do tempo Wat Traimit tem a altura de um prédio de 5 andares
Chinatown, Bangcoc, Tailândia
Do alto do Wat Traimit, Chinatown fervilha

A história

Mais legal que a estátua é a história dela: esculpida entre 1238 e 1375, ela ficava em Ayutthaya. Ficou por lá até quase o final do século 18, até que a cidade foi sitiada em 1765 e alguém teve a feliz ideia de cobri o Buda com gesso e pintar de dourado – para não atrair os olhares dos invasores. Desvalorizada, ela passou despercebida e assim ficou por quase dois séculos. Quando resolveram enviá-la para o Wat Traimit, durante o transporte, o gesso quebrou e deixou à vista, o material com o qual ela tinha sido feita. Assim, foi descoberta a sua preciosidade.

A maior estátua de Buda, do mundo, feita de ouro, está neste templo

No terceiro andar do Wat Traimit, tem um museu que conta toda a história do Buda de ouro e o templo. No segundo andar, uma apresentação em 3D detalha a história dos comerciantes chineses em Bangkok.  Em Chinatown, existem outros templos, mas eles são menores e de menos importância. Dá para visitá-los em 10 minutos. Para achá-los, o ideal é sair andando, deixar que a intuição nos guie por aquelas ruas cheias de surpresas. O bairro precisa ser explorado a pé, sem pressa e a gente precisa se misturar com os locais para descobrir os costumes, os códigos, o modo de vida desses vizinhos que chegaram e, como ninguém, se estabeleceram no “país do sorriso”, como a Tailândia é conhecida.

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Comentário (9)

  • Anônimo Resposta

    Muito interessante… muitas curiosidades… achei um visual exótico, alegre e bastante atraente! Parabens amiga pela sua maneira de nos colocar dentro dessa história! Bjo

    15 de fevereiro de 2017 a 12:38
  • Gustavo Gonçalves Resposta

    Ola! O que é esse prato “ninho de passarinho?”
    Achei bem curioso. Tem no Brasil?

    22 de fevereiro de 2017 a 21:18
    • Sônia Pedrosa Resposta

      é ninho de passarinho, mesmo. Esses passarinhos fazem o ninho com a saliva. Depois de usados, as pessoas pegam e fazem uma espécie de sopa… O quilo chega a custar 10 mil dólares!

      22 de fevereiro de 2017 a 22:35
  • Ricardo Resposta

    Sônia, muito legal, o seu texto.
    Ricardo

    26 de fevereiro de 2017 a 16:35
  • Eduardo Freitas Resposta

    Sonia, estou indo à Tailândia daqui a duas semanas e essas informações que encontrei no seu blog foram muito importantes. Muito obrigado.
    Eduardo F.

    9 de março de 2017 a 12:06
    • Sônia Pedrosa Resposta

      Não há o que agradecer, Eduardo. Eu lhe desejo ótima viagem!
      Grande abraço!

      16 de março de 2017 a 21:53

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