Croácia e Bósnia de carro

Croácia e Bósnia de carro. Com mais de 4800 quilômetros de costa croata e o lindo interior da Bósnia, a viagem não poderia ser de outra forma. Além disso, os dois países são pequenos e dá para fazer roteiros incríveis; a paisagem é fantástica; a comodidade de parar em qualquer lugar e fazer os próprios horários; as rodovias bem sinalizadas e o asfalto impecável. Abaixo, quero dividir com você, uma das melhores experiências da minha vida:  uma viagem pela Croácia e Bósnia, de carro.

Rodovia croata
As belas rodovias croatas nos levaram a destinos incríveis
À margem das rodovias, vendedores ofereciam seus produtos
Pelo caminho, encontramos vendedores simpáticos oferecendo seus produtos
pela estrada, na Croácia
Eram pêssegos, figos, cerejas, nectarinas, sucos, doces, geleias, azeite e pimenta

Viagem em família

Éramos cinco: eu, meu marido (João Miguel), minha irmã (Claudia) e meus dois sobrinhos, de 21 e 17 anos (Gustavo e Guilherme). E cinco pessoas significam, pelo menos, cinco malas.

restaurante em Split, Croácia
Gustavo, Guilherme, Claudia, eu e João Miguel, almoçando, em Split

Um carro para caber tudo

A gente precisava de um carro grande, que fosse confortável, principalmente, para quem estivesse dirigindo e que todas as malas coubessem no porta-malas. Para tanto, depois de pesquisar ainda aqui, no Brasil, chegamos à conclusão de que esse carro deveria ser um Renault Captur, que reúne todas essas características, além do melhor custo-benefício e, de quebra, aquele design francês, lindo e elegante que todo mundo conhece.

Renault Captur
A escolha pelo Renault Captur não poderia ter sido mais feliz
De carro pela Croácia e Bosnia
Na mala, cabia 4 malas e 3 mochilas, além de sapatos aquáticos, pés de pato e chapéus.

Para dirigir na Croácia

É preciso, apenas, ter a CNH válida, pelo menos, por 12 meses. Mas, João Miguel resolveu fazer uma CNH  internacional, para evitar qualquer contratempo. Ao contrário do que imaginávamos, não fomos parados uma única vez numa blitz ou coisa parecida.

As estradas

As rodovias croatas e bósnias são excelentes e as principais são pedagiadas. As menores têm mão dupla. Mas são todas inteiras, sem buracos e não encontramos nenhuma em obra. A rodovia que nos levou a Dubrovnik era muito sinuosa, dessas que fazem muita gente ficar com enjoo. Mas, resistimos, bravamente.

Velocidade

A velocidade média das rodovias que pegamos era de 50, 70 e 130 km/hora. É verdade: João Miguel extrapolou, mas era para sentir o carro, que se saiu muito bem nessas estradas sinuosas – estável, inclusive, nas curvas mais fechadas e nas ultrapassagens.

Pedágio

Nas rodovias pedagiadas, a gente paga por distância percorrida. No primeiro posto de pedágio, a gente pega um comprovante e no posto seguinte é que a gente vai saber quanto custa e paga ao funcionário. Nos pedágios, os cartões de crédito são aceitos. Mas as tarifas não são altas. Nós pagamos entre 5 e 30 kunas (R$ 2,84 e R$17,01).

GPS

Para nos orientar no caminho, usamos o GPS do carro e o aplicativo Waze. E deu muito certo. Além disso, a sinalização nas estradas é bem razoável.

Abastecendo na Croácia

O preço da gasolina era 9,84 kunas, que equivalem a R$ 5,63. Para abastecer, é preciso prestar atenção nos tipos diferentes de gasolina (S90, E90, E60) e Diesel que os postos oferecem. O sistema é self-service, como na grande maioria dos postos na Europa, mas sempre encontramos um funcionário disposto a ajudar. Para o Captur, que fez 12 quilômetros por litro, na estrada, sempre abastecíamos com Euro Super Class Plus. Nós rodamos 1800 quilômetros e, de acordo com as nossas contas, gastamos entre 700 e 800 reais.

abastecendo na Croácia
Abastecer não é tão complicado e sempre tem alguém por perto que ajuda os marinheiros de primeira viagem

O Renault Captur

Por 18 dias, o Captur foi nosso companheiro pelas rodovias croatas e bósnias – ultrapassou com segurança, subiu e desceu as ladeiras de Dubrovnik com elegância, superou a estrada de terra para chegar a Medjugorje e, com certeza, se destacou no quesito “conforto”. O modelo era automático e ainda contava com outros itens que fazem a diferença, principalmente, quando se está viajando por estradas desconhecidas – sensor de câmera de ré, sensor de chuva, controlador de velocidade, além de multimídia, isolador acústico, ar-condicionado digital, GPS, bluetooth e outros detalhes que, certamente, contribuíram para o sucesso da nossa viagem.

Renault Captur, nas estradas de terra.
O Renault Captur se saiu bem, principalmente, nas estradas de terra.

O aluguel do carro

Pegamos o carro no aeroporto de Zagreb, capital da Croácia, depois que passamos por Londres e Varsóvia. O carro estava reservado e pegar as chaves na Sixt não levou mais que 3 minutos. Pagamos com cartão de crédito ainda no Brasil e, na hora de pegar o carro, foi preciso apresentar o cartão com saldo suficiente para o valor do seguro a ser bloqueado. Na entrega do carro, o cartão é desbloqueado.

Roteiro

O nosso roteiro foi o seguinte: ZagrebLagos de PlitviceZadarSplitHvarDubrovnikKravica WaterfallMedjugorjeMostarSarajevo – Zagreb. De Zagreb, pegamos o voo para Londres, Varsóvia e São Paulo. Destino final, Aracaju/Se.

Distâncias

Zagreb – Lagos de Plitvice: 130 km – D1 e E65

Lagos de Plitvice – Zadar: 118 km – D1 e E71

Zadar – Split: 158 km – E65 e E71

Split – Drvenik (onde pegamos a balsa): 114 km – Fizemos esse caminho porque preferimos ir pela costa e passar por Markarska. Mas poderíamos ir de Split para Hvar em 1 hora e meia, pela D116, percorrendo apenas 50 km. Esse trajeto também inclui uma balsa.

Drvenik – Sucuraj (trajeto de balsa): menos de 50 minutos

Sucuraj – Jelsa (onde nos hospedamos na ilha de Hvar): 50 km

Hvar – Dubrovnik: 207 km – Seguimos pela D116 para pegar a balsa e, em seguida, a D8. Levamos umas 6 horas para percorrer esse trajeto porque não tínhamos pressa e paramos em todos os lugares que chamavam a nossa atenção. É interessante saber que, para chegar a Dubrovnik, cruzamos a fronteira da Bósnia – entramos e saímos do país. E foi tudo muito tranquilo, não ficamos mais que meia hora na fila para passar.

Fronteira da Bósnia
No mapa do Google dá para ver que uma pontinha da Bósnia avança para o mar.
Aduana Croácia - Bósnia
Na aduana, apenas 6 carros à nossa frente. Seguimos para o guichê “all passaports” quando chegamos perto.
Aduana Croácia - Bósnia
O funcionário da aduana apenas olha os passaportes e carimba
Aduana Croácia - Bósnia
Quem vai de ônibus tem que descer e apresentar o passaporte no escritório

Dubrovnik – Kravica Waterfall, na Bósnia: 129 km. D8 até a M17.3.

Kravica Waterfalls – Medjugorje: 16 km – Pegamos a M6, R424 e R425A, para chegar a Medjugorje. Um trecho da estrada não tinha asfalto, era terra batida.

Medjugorje – Mostar: 26 km. Seguimos pela R424 para chegar a Mostar.

Mostar – Sarajevo: 129 km, pela E73/M17/M18.

Sarajevo – Zagreb: – 400 km, pela E70. O trajeto durou 6 horas – com várias paradas no caminho.

Zagreb, nosso ponto de partida

A capital croata é uma bela surpresa. Super arborizada, ela se divide em cidade alta e baixa. Embora as praias sejam o objeto de desejo, Zagreb não pode ficar de fora do roteiro turístico. Além das belezas naturais, a cidade tem 21 museus, 10 teatros, uma universidade e 350 bibliotecas. A programação cultural é vasta e o povo é muito simpático.

Zagreb, na Croácia
Toda a beleza de Zagreb vista da cidade alta

Lagos de Plitvice

Depois de dois dias em Zagreb, saímos cedinho em direção ao nosso primeiro destino: os Lagos de Plitvice. Os lagos consistem numa série de cascatas grandes e pequenas, em meio a florestas e lagos com água verde esmeralda, numa área de 300 quilômetros quadrados. Para visitar esse paraíso, e escolher entre as 4 trilhas diferentes, paga-se 250 kunas (aproximadamente, 142 reais).

Lagos de Plitvice
Do alto, uma das trilhas pelos Lagos de Plitvice
Lagos de Plitvice
Uma das cascatas dos Lagos de Plitvice

Zadar

Dos Lagos de Plitvice, seguimos mais 118 quilômetros para Zadar, a cidade onde existe um órgão marítimo – um sistema de tubos por baixo dos degraus que ficam de frente para o mar. Com o movimento das ondas, os acordes musicais são produzidos e viram música aos ouvidos dos mais românticos.

órgão marítimo em Zadar, Croácia
Ao lado do cais, o órgão marítimo foi projetado em 2005, pelo arquiteto Nikola Basic

Ouça, abaixo, o som produzido pelas ondas do mar:

Mas Zadar não se resume ao órgão marítimo e muito menos às suas praias. Sua história e beleza arquitetônica conquistam turistas de todos os cantos do planeta. Disputada nos séculos 12 e 13, a cidade mudou o nome para Zara, conheceu a prosperidade e enfrentou a  Segunda Guerra Mundial, quando foi bombardeada. Hoje, palácios e igrejas se espalham pela cidade, tornando-a única.

igreja de São Donato, em Zadar
A igreja de São Donato, do século 9, é palco de muitos concertos por causa da sua acústica.

Rumo a Split

Depois de Zadar, seguimos para Split, sempre pelo litoral, para apreciar a paisagem – que surpreendia a cada curva. Assim que chegamos, depois de nos acomodarmos, seguimos para o centro da cidade, onde fica a praia mais popular de Split, a praia que a população frequenta – Bacvice Beach. Era um sábado e já passava das 18:30, mas as pessoas ainda estavam lagarteando nas pedras ou se refrescando no mar. E dava a impressão de que só sairiam de lá, depois que o sol se pusesse.

Bacvice Beach, em Split, Croácia
Bacvice Beach é a praia mais popular de Split e fica bem no centro da cidade

Praia

No dia seguinte, escolhemos outra praia, mais sossegada e de pedras – Ovcice Beach. Pegamos a via costeira e seguimos até encontrar estacionamento. Estacionar é um grande problema, em todas as cidades pelas quais passamos. As vagas na rua têm dono e só nos resta os estacionamentos, que são escassos.

Split, Croácia
Quase não era um sacrifício rodar em busca de estacionamento. As ruas de Split são lindas.
Praias de águas transparentes e temperatura baixa – tudo o que eu queria.
Praia em Split, na Croácia
Sem ondas, as praias são propícias para as crianças

Quando o sol baixou, fomos caminhar pelo enorme e bem conservado Palácio do Imperador Diocleciano, um dos maiores atrativos da cidade. Lá, fomos surpreendidos com os festejos pelo Dia Mundial da Música.

Palácio de Diocleciano - Peristilo, Split - Croácia
Na área central do Palácio, o acesso à área sagrada: os templos de Cibele, Vênus, Júpiter e o mausoléu
Festival da Música em Split, Croácia
Uma das muitas bandas espalhadas por dentro e por fora do Palácio de Diocleciano.

Saímos de lá em direção ao Calçadão de Riva, oficialmente conhecido como Obala Hrvatskog Narodnog Preporoda, a orla da cidade, outro ponto turístico bastante animado, com seu  calçadão de mármore e suas lindas tamareiras – endereço dos melhores bares e restaurantes da cidade.

Calçadão de Riva, em Split, Croácia
Esse calçadão é uma verdadeira festa, frequentado por moradores e turistas

Saímos de Split com pena…tínhamos um roteiro a cumprir e o que quer que fosse que tivesse que ficar de fora seria muito frustrante. Hvar era o nosso destino seguinte. Nesse dia, acordamos cedo para chegar a Drvenik, onde pegamos uma balsa para Sucuraj e seguimos até Jelsa, uma cidadezinha próxima a Hvar.

Drvenik, Croácia
Drvenik: pena que só passamos por essa cidade. Ela merece, pelo menos, um dia inteiro

Hvar

A pronúncia é alguma coisa parecida com “rivar”, mas trata-se de um destino festejado na Europa, além de ser uma cidade linda, cheia de história e tesouros arquitetônicos. Hvar é uma cidade muito antiga, mais precisamente, do século 4 a.C., cercada por perfumados campos de lavanda e praias paradisíacas.

Catedral de Santo Estêvão, em Hvar, Croácia
A principal praça de Hvar e, ao fundo, a Catedral de Santo Estêvão
O calçadão de Hvar, na Croácia
O calçadão, onde turistas e locais se misturam e se divertem

Dubrovnik

Passamos 4 dias maravilhosos em Dubrovnik, cuja história surpreende a todos: fundada no século 7, ela foi bombardeada pelas tropas iugoslavas em 1992, sendo alvo de mais de 2 mil bombas e mísseis guiados. Mais da metade das casas e monumentos foram destruídos. Mas, a União Europeia e a Unesco se uniram para recuperar a cidade e hoje ela está em pleno vigor.

Dubrovnik, Croácia
As escadarias são uma característica da cidade
Dubrovnik, Croácia
Haja perna para subir e descer ladeiras e escadarias de Dubrovnik
Stradùn, a rua principal de Dubrovnik, n Croácia
Stradùn, a rua principal de Dubrovnik, foi construída no século 12 e pavimentada em 1468

Kravica Waterfalls – Bósnia e Herzegovina

De Dubrovnik, voltamos pelo mesmo caminho que viemos e entramos na Bósnia, sem problema. Com a ajuda do GPS e algumas poucas placas, chegamos ao local da cachoeira de Kravica – um dos principais cartões postais do país, parecido com os Lagos de Plitvice, mas com uma diferença: neste, é possível nadar, alugar um caiaque, fazer piquenique e outras atividades ao ar livre.

Kravice Waterfalls
Só a natureza para produzir um cenário tão lindo como esse
Kravica
com o calor de quase 40 graus, eu não resisti a essa água verde e transparente

Para entrar, paga-se 10 KM, o equivalente a mais ou menos R$ 10,00.

Medjugorje

Os 16 quilômetros que percorremos para chegar à cidade das aparições de Nossa Senhora foram em estrada de terra. Nada que o Renault Captur não desse conta. É que estávamos tão acostumados ao asfalto perfeito que estranhamos. Quando chegamos lá, ao meio-dia, sob uma temperatura de quase 40 graus… simplesmente, não deu para subir a íngreme colina das aparições. Fiquei muito frustrada.

Estrada para Medjugorje, Bósnia
Essa foi a única estrada de terra que pegamos nessa viagem
Medjugorje, na Bósnia
O Turismo religioso é parte importante da Economia de Medjugorje
Medjugorje, na Bósnia
As lojinhas com imagens, terços e lembrancinha se multiplicam no centro da cidade

Mostar

A próxima parada foi em Mostar, considerada a mais bela cidade da Bósnia e capital da região da Herzegovina. A cidade é famosa pela Ponte Velha, que foi construída no século XVI, destruída em 1993, durante a Guerra da Bósnia, e reconstruída 10 anos depois, pelo mesmo método da construção, de 500 anos atrás.

Mostar, na Bósnia
Só de ver essa entrada da cidade arborizada, eu me apaixonei.
Ponte Velha em Mostar, Bósnia
A Ponte Velha se estende sobre Rio Neretva com uma torre de pedra em cada ponta.

A Ponte Velha, o Palácio do Bispo, as mesquitas, a sinagoga, a igreja e o mosteiro franciscano, o antigo bazar, os museus e até residências que estão abertas à visitação são bons motivos para a permanência na cidade. Em 3 dias, é possível ver tudo e ainda curtir a atmosfera de Mostar.

Mostar, na Bósnia
Paisagens que são verdadeiras obras de arte
Mostar
o antigo bazar, onde estão os melhores restaurantes lojas de artesanato e cafés

Sarajevo

Por fim, depois de seguirmos pelas estradas mais lindas que já vimos, chegamos a Sarajevo. Embora a guerra tenha sido muito recente, a impressão que dá é que a população já superou o terror da guerra – impresso nas paredes dos prédios, comprovado nos muitos cemitérios espalhados pela cidade e devidamente registrado no Museu de Crimes Cometidos contra a Humanidade e Genocídio.

rodovia bósnia
Montanhas enormes e lagos verdes e límpidos emolduram as rodovias da Bósnia.
Sarajevo
Essa é a famosa Praça dos Pombos, com uma fonte construída em 1753 no centro
Sarajevo - as marcas de guerra
As marcas da guerra continuam nas paredes dos prédios da cidade
Museu de Crimes cometidos contra a Humanidade e Genocídio, em Sarajevo
Numa sala do Museu de Crimes cometidos contra a Humanidade e Genocídio, mensagens de paz e amor.
Sarajevo - cemitérios
Para onde quer que se olhe, em torno da cidade, lá estão os cemitérios

De Sarajevo, voltamos para Zagreb, entregamos o carro e pegamos nosso voo de volta. Viajar de carro pela Croácia e Bósnia foi uma experiência que pretendemos repetir – se possível, com o Renault Captur. Dois países lindos, de natureza exuberante, povo simpático, muita arte e história. E é sobre isso que vou falar nos próximos posts. Me aguardem!

16 comentários sobre “Croácia e Bósnia de carro”

    1. Obrigada, Sylvinha!
      Vale a pena conhecer essa região lindíssima!
      Beijo
      sonia.

  1. Nossa! Deu vontade de fazer essa viagem! Que maravilha!

    1. Que bom que você gostou, Claudia!
      Super obrigada pela audiência!
      Beijão,
      sonia

  2. Sonia, acabei de “viajar” por lugares tão lindos lendo seu post agora… gratidão por dividir com os leitores a sua experiência! Aguardando as próximas! Bjão pra você e pro João Miguel.

    1. Obrigada, querida!!!!
      Um beijo grande pra você!
      sonia.

  3. Olá, Sonia!
    adoro viajar com vc em cada relato feito, mas acredito que chegou a hora de vc planejar uma viagem e apresentar aos amigos p montar um grupo e viajarmos juntos. Que acha?

    1. Que ideia, Marieta! rsrsrs Não tenho competência pra isso…qual a sua sugestão de destino?

  4. Sem dúvida uma viagem inesquecível para vocês! Obrigada por nos apresentar esses lindos países!

    1. Eu que agradeço a visita, Rosina!!! Fico feliz que vc tenha gostado!
      Beijo grande,
      sonia.

  5. Parabéns! Despertou vontade de conhecer!!

    1. Que legal saber disso, Suzana!
      Vou escrever mais sobre as cidades, espero que você acompanhe. A Croácia e a Bósnia são apaixonantes!
      Um grande abraço e obrigada pela visita!
      sonia.

  6. Que maravilha, Soninha! Muitas informações e lindas imagens que fazem a gente viajar junto. Os vídeos também ajudam muito a “entrar no clima” do lugar. Parabéns e obrigada por compartilhar suas experiências!

    1. Querida, muito obrigada pelas palavras sempre generosas.
      Fico feliz que vc tenha gostado!
      Mil vezes obrigada pela sua visitinha ao blog!
      Beijão,
      sonia.

  7. Lugares Lindos e inesquecíveis! Ansiosa pelas próximas postagens para reviver essa viagem maravilhosa!

    1. Claudia, na próxima semana, tem mais!
      Beijo
      sonia.

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